sexta-feira, janeiro 19, 2007

Um orgasmo é uma plenitude que nubla. Essa é uma plenitude que engrandece e palpita...
O telefone desliga em consenso, ninguém desliga o telefone. E fica aquele silêncio e uma sensação engraçada, estranha, imensa... De como que sentindo tudo o que foi dito, tilintando tal qual fagulhas... E era engraçado sentir tudo aquilo, pois naquela imensidão de sensações incomensuráveis, eu me dava conta de que minha consciência é apenas uma, já a ciência e a existência seriam plurais mesmo que fossem uma só...

...e de fato, são.

Arcueid Brunestud, 1:13 AM



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